segunda-feira, 18 de maio de 2009

Obama tenta esconder tortura mas web divulga fotos



No mesmo dia em que o Presidente Obama tentou censurar, a pedido dos militares, fotos em que americanos torturam iraquianos, a internet furou a censura.

Um site na Austrália divulgou as fotos imediatamentedifundidas pelo site do jornal inglês Independent.


Este é a esperança dos Estados Unidos e do mundo....



Aécio não será vice de Serra.


Aécio não será vice de Serra.Primeiro, Aécio não leva Fernando Henrique a sério.Aécio tem de Fernando Henrique a opinião que tinha o avô, Tancredo: esse homem (Fernando Henrique) não é sério.

Segundo, porque só um parvo acreditaria numa divisão de poder com Serra.

Aliás, só um parvo acredita no que Serra diz.

O Alckmin sabe disso …

Se a chapa vencesse, Aécio seria encarcerado no Palácio Jaburu e não iria nem à posse do presidente de Sri Lanka para representar o Brasil.

Terceiro, porque, se perder (que é o que acontecerá, já que o Vesgo do Pânico tem mais chance de ser presidente do que Serra), se perder, Aécio passará quatro anos a ver navios.

Ele jamais seria convidado para ser editorialista da Folha (*).

Quarto, quem disse que a vitória de Dilma significará o
ostracismo político de Aécio ?

Significará o ostracismo político dos tucanos de São Paulo, de FHC, de Arthur Virgilio, Tasso Jereissati, Álvaro Dias e Sérgio Guerra, que querem privatizar o pré-sal.

Clique aqui para ler “por que os tucanos querem desmoralizar a Petrobrás” ; e “O petróleo é nosso, Serra”

A eleição de Dilma pode, perfeitamente, ajudar os projetos de Aécio.

Quinto, ao se eleger Senador por Minas, Aécio é inevitavelmente candidato à Presidência do Senado, com o apoio da presidente Dilma Rousseff.

Por que Aécio seria candidato a vice ?

Sexto, Serra tem 68 anos. Aécio tem 50. Quem está desesperado para ser presidente é o Serra.




Serra é quem precisa de Aécio.

Mas, Serra será devidamente “serrado” em Minas, como Cristiano Machado foi “cristianizado”.

Como diz um amigo meu, esses jornalistas de São Paulo precisavam entender um pouco mais de Minas …

Eles levam o Fernando Henrique a sério.

Paulo Henrique Amorim


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Azenha: CPI da Petrobras é para produzir manchetes para o Ali Kamel


por Luiz Carlos Azenha
Quando eu era repórter da Globo, entre 2005 e 2006, durante meses o Jornal Nacional dedicava de três a dez minutos diários à cobertura de três CPIs: a do Mensalão, a dos Correios e a do Fim do Mundo.
As reportagens registravam acusações, ilações e suposições geradas diariamente nos corredores do Congresso, a grande maioria delas desprovada mais tarde. Não importa. O objetivo óbvio era produzir fumaça e as manchetes que faziam Ali Kamel delirar. O capo da Globo ficou tão excitado que despachou para Brasília uma assistente pessoal, cuja tarefa diária era percorrer os bastidores do Congresso para passar e receber informações, além de monitorar os colegas de emissora.
Uma CPI como a da Petrobras fornece o argumento essencial para Kamel e seus asseclas: estamos apenas “cobrindo os fatos”, argumentam. Já escrevi aqui ene vezes sobre 2006: capas da Veja alimentavam o Jornal Nacional, que promovia a devida “repercussão”, gerando decisões políticas que alimentavam outras capas da Veja, que apareciam no JN de sábado e geravam indignação em gente da estirpe de ACM, Heráclito Fortes e Arthur Virgílio.
Só essa “indignação seletiva” é capaz de explicar porque teremos uma CPI da Petrobras mas nunca tivemos uma CPI da Vale ou das privatizações.
Porém, os farsantes de hoje correm alguns riscos:
1. Especialmente depois da CPI das Escutas Telefônicas Clandestinas, em que o Parlamento brasileiro foi privatizado para defender um banqueiro, o próprio instituto das CPIs está desmoralizado.
2. À CPI da Petrobras faltam detalhes picantes. Já imaginaram qual será o grande momento da investigação? O depoimento de um contador? De um fiscal da Receita? A essa altura o Ali Kamel deve estar pendurado ao telefone com o Demóstenes Torres exigindo algum cadáver, alguma secretária traída, qualquer coisa que tenha apelo. Para não afundar ainda mais a audiência do JN.
3. O brasileiro se identifica com a Petrobras. Os inquisidores da empresa correm o risco de serem tachados de entreguistas, de prejudicarem a empresa e, portanto, a imagem do Brasil no Exterior. É óbvio que o PSDB pretende usar a CPI para fazer barganha política nos bastidores, especialmente agora que estão em discussão as regras para a exploração do pré-sal. Em relação a 2010, não há nada mais poderoso do que acusar os tucanos de buscarem a privatização da Petrobras. No segundo turno de 2006, lembram-se? Lula, acusado de desperdício por ter comprado um avião presidencial novo, passou a dizer que Alckmin pretendia privatizar “até o avião da Presidência”.
Isso forçou Alckmin àquele momento patético:

Vamos ver, agora, se a Petrobras continuará despejando dinheiro público nos intervalos do Jornal Nacional ou nas páginas de jornais e revistas cujo objetivo é servir ao projeto tucano de privatizá-la. Feito o filho do FHC com a jornalista da Globo, produzir a “Petrobrax” é algo que os tucanos nunca assumem.


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A estratégia Serra

Da TV Cultura

Alteração: Roda Viva entrevista senador Alvaro Dias

Caro(a) jornalista,

O senador Alvaro Dias (PSDB-PR), autor do requerimento de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras no Senado, participa hoje (18/5) do programa Roda Viva, com transmissão ao vivo, a partir das 18h30, pela IPTV Cultura - www.iptvcultura.com.br. A entrevista, conduzida pelo jornalista Heródoto Barbeiro, será exibida às 22h10, sem corte ou edição, na TV Cultura.

(…) A entrevista (gravada) com o economista e Prêmio Nobel Robert Mundell, prevista para ir ao ar hoje, será apresentada posteriormente, em data a ser definida.

É triste ver como um programa tão bom como o programa Roda Viva se transformou em palanque para José Serra ser eleito Presidente. Há tempos não assisto o programa, e pelo visto continuarei a não assisitr.


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sábado, 16 de maio de 2009

A CPI da Petrobrax e a tucanalhada

Os tucanos queriam privatizar a Petrobrás, como parte dos acordos assinados com o FMI, trocaram o nome da empresa – orgulho e patrimônio nacional – para Petrobrax, para tirar essa marca de “Brasil”, negativa para eles, e torná-la uma “empresa global”, a ser submetida a leilão no mercado internacional. Não conseguiram. Seu ímpeto entreguista durou menos de 24 horas diante do clamor nacional. Se deram conta que naquele momento tinham avaliado mal os sentimentos do povo brasileiro, que tinham ido longe demais no seu ardor privatizante e entreguista. Tiveram que recuar, mas nunca abandonaram seu projeto, tanto assim que venderam 1/3 das ações da Petrobras na Bolsa de Valores de Nova York, como primeiro passo para a privatização da empresa.

Tinham colocado em prática o programa econômico mais antinacional, de maior abertura ao capital estrangeiro, que o Brasil conheceu, sob o mando de FHC e seus ministros econômicos – Pedro Malan e Jose Serra. Quebraram o país três vezes e correram pedir mais há empréstimos ao FMI, assinando com presteza as Cartas de Intenção, de submissão aos organismos financeiros internacionais. Na crise de 1999, subiram as taxas de juros a 49%, para tentar segurar o capital especulativo e impuseram uma recessão de que a economia só voltou a se recuperar no governo Lula. Entre as cláusulas secretas da Carta de intenções assinadas nesse momento, a imprensa revelou que constava a privatização da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica.

Foram rejeitados pelo povo. Quando Lula, no sexto ano do seu governo, tem o apoio de 80% da população e a rejeição de apenas 5%, FHC tinha o apoio de apenas 18%, mesmo contanto com o apoio total da totalidade da grande mídia, essa mesma que rejeita a Lula.

Viram, com frustração, a Petrobrás se transformar na maior empresa brasileira e em uma das maiores do mundo, conseguir a auto suficiência em petróleo para o Brasil, descobrir o pré-sal, entre tantas outras conquistas, afirmando seu caráter nacional e de identificação com a construção de um Brasil forte.

Mas não se conformaram. Na calada da noite organizaram uma CPI sobre a Petrobrás. Enquanto o povo quer uma CPI sobre a Petrobrax. Tratam de impor os danos que consigam à maior empresa brasileira, tentam impedir que a exploração do pré-sal fique nas mãos do Estado brasileiro, querem afetar o valor das ações da empresa, obstaculizar seus planos de expansão e de crescimento. Porque lhes dói tudo que seja nacional, tudo que represente fortalecimento do Brasil como nação,

São os corvos do século XXI, os novos lacerdistas, os novos udenistas, a direita branca e elitista, antinacional, antipopular, que sente asco pelo povo e pelo Brasil. FHC espumava de raiva ao ver que para tentar ter alguma chance de disputar o segundo turno com Lula, o candidato do seu partido rejeitou as privatizações do seu governo, comprometeu-se a não tocá-las pra frente, sabendo que se chocam frontalmemente com os sentimentos do povo brasileiro.

Querem prejudicar a imagem da Petrobrás, a fortaleza da empresa de que se orgulham os brasileiros, que a querem cada vez mais forte e mais brasileira. Acenam para as grandes empresas estrangeiras de petróleo com a possibilidade de dar-lhes o controle do pré-sal, como presente de ouro, caso consigam retomar o governo no ano que vem, garantindo-se ao mesmo tempo polpudos financiamentos eleitorais. Não hesitam em sacrificar tudo o que seja nacional e popular, contanto que possam voltar ao governo e seguir dilapidando o patrimônio publico.

São definitivamente uma tucanalhada, que precisa ser repudiada e rejeitada pelo povo brasileiro, para que não possam seguir tentando causar danos ao Brasil. Tirem suas patas entreguistas de cima da Petrobrás, do pré-sal e do Brasil, tucanalhada antinacional, antipopular e antidemocrática. O Brasil é maior que vocês, os rejeitou tantas vezes e vai rejeitá-los de novo. É Monteiro Lobato contra Carlos Lacerda, Getúlio contra Rockfeller, o povo brasileiro contra a tucanalhada de FHC. Que se instaure a CPI que o povo quer – a CPI da Petrobráx, onde estão as digitais dessa corja de odeia o povo e o Brasil.

Postado por Emir Sader às 07:13

Embora Petista o que Emir escreve é a mais pura verdade. o PSDB é a nova UDN.

Por que o PSDB quer a CPI? É para privatizar o pré-sal


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva partiu para o ataque contra os senadores do PSDB, que conseguiram criar hoje a CPI da Petrobras. Lula disse que não se intromete em assuntos do Congresso, mas afirmou que essa investigação foi articulada pelo PSDB.

“O governo não se intromete na atuação do Congresso Nacional, respeita a autonomia do Congresso, mas essa é uma CPI que não é do Congresso. É muito mais do PSDB”, disse ele hoje na Base Aérea de Brasília antes de embarcar para a Arábia Saudita.

O presidente atrelou a criação da CPI à crise econômica internacional e afirmou que era pouco patriótico fazer esse tipo de investigação no atual cenário. “Num momento de crise internacional, levantar uma CPI contra a Petrobras é ser pouco patriota, pouco responsável pelo país.”

O presidente afirmou que não acredita na existência de irregularidades na Petrobras que precisem ser investigadas. “O país não pode viver uma eterna CPI porque há outros meios de investigação.”



Os tucanos querem desmoralizar e desestabilizar a maior empresa brasileira para servir a seus patrões: os privatizadores.Fernando Henrique abriu a exploração aos grupos estrangeiros na esperança de destruir a Petrobrás e vendê-la.

Fernando Henrique era a favor da privatização da Petrobrás. Ele e aquele que ele chama de “brilhante”, Daniel Dantas.

Daniel Dantas recebeu de Antonio Carlos Magalhães a incumbência de estudar a privatização da Petrobrás como forma de o PFL contribuir com o governo que se iniciava, o de Fernando Henrique Cardoso.

Como primeiro passo do marketing de privatização da Petrobrás, os cérebros que cercavam Fernando Henrique iam mudar o nome da empresa para “Petrobrax”, marca evidentemente mais globalizada…O sufixo “bras” provocava comichão em Fernando Henrique, que, em entrevista à Revista Piauí, qualificou a solenidade do 7 de Setembro de “uma palhaçada” (ele deve comemorar o 4, o 9 ou o 14 de Julho, em silêncio).

Na superfície, os senadores tucanos querem a CPI para salvar o mandato. O objetivo, porém, corre em águas profundas.

O que os tucanos querem é impedir que se crie uma nova agência estatal para administrar o pré-sal e, como na Noruega, através de um fundo de investimento, transferir os recursos para a educação.

Os tucanos, como os seus antecessores do PiG (*) fora do PiG (*), Assis Chateaubriand e Roberto Campos, estão a serviço do capital estrangeiro.

Tomara que a ministra Dilma Rousseff e o presidente Lula, nos palanques da campanha de 2010, digam assim, com todas as letras: o Serra vai privatizar a Petrobrás.

Paulo Henrique Amorim


Longe de ser partidário do PT ou de Lula, mas o que se ver claramente é o quanto o PSDB é um partido compromissado com os interesses empresáriais. Querem vender o resto que não deu tempo de vender na jestão FHC,

Dilma vai processar a Folha (*).


A leitura da Carta Capital que chega hoje às bancas tem uma entrevista de Cynara Menezes e Sergio Lírio com a ministra Dilma Rousseff: “A Ministra tranquila”.

. Sobre a fraude da Folha (*), que publicou a ficha policial falsa da Ministra com a intenção de associá-la a um sequestro que não houve, Dilma Rousseff diz:

“Não, não estou satisfeita (com a decisão da Folha (*) considerar o fato encerrado). Contratei laudo para comprovar se aquela ficha é falsa ou verdadeira. Vou enviar o resultado à direção da Folha (*) e ver o que fazem …”

“No calor dos acontecimentos, comportei-me de forma tranquila, mas hoje acho estarrecedor a atitude da Folha (*), o silêncio da Folha (*). Para mim, é absolutamente injustificado. Mas, se alguém supõe que a ditadura foi branda pode também não achar grave publicar uma ficha falsa.”

“Vou tomar as providências para que isso não se repita.”

. Ou seja, Dilma Rousseff vai processar a Folha (*).

. Tomara que feche a Folha (*);

. E São Paulo se sirva (?) de um único jornal legitimamente conservador, elitista, separatista e golpista, como o Estadão.

. Basta um.

. Esse processo de Dilma vai separar, desde já, os candidatos a Presidente em 2010.

. De um lado, Dilma Rousseff, de outro o governador de (e tudo para) São Paulo, o Zé Pedágio.

. A Dilma processa o jornal que diz que a ditadura foi branda.

. Do outro, Zé Pedágio, que a Folha (*), especialmente a seção “Painel”, o trata com especial deferência.

. A Folha publica até artigo de Zé Pedágio contra o racismo !!!

. E o pau comendo na Zona Leste !

. 2010 começa na Folha (*) !

. E acabará como já se sabe: no mano-a-mano, Dilma ganha do Zé Pedágio no primeiro turno.

. O Vesgo do Pânico tem mais chance de ser Presidente do Brasil do que o presidente eleito Zé Pedágio.

Paulo Henrique Amorim

Em tempo: nesta mesma entrevista, Dilma fala da herança (**) que Fernando Henrique deixou a Lula: “A inflação estava acima de dois dígitos. Tínhamos apenas 30 bilhões de dólares em reservas, dos quais 14 eram do FMI. A dívida liquida representava 52% do PiB”. E ainda pagam US$ 50 mil para ouvir palestra dele …


(*) Folha – é o jornal que disse a “ditadura” foi “branda”, fraudou uma ficha policial falsa de Dilma Rousseff e, nos anos militares, emprestava os carros de reportagens aos torturadores.

(**) A mais trágica herança de Fernando Henrique Cardoso, o Farol de Alexandria, foi nomear Gilmar Dantas (***) para o Supremo


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Dilma não pe nenhuma santa, sua articulação para aprovar a união entre as duas maiores telefonias do país e assim instaurar o monopólio do telefone me decepcionou. Agora o que a Folha é algo para ser combatido sempre. Um belo processo e a causa ganha, faz com que esse jornalco pense duas vezes antes de mentir e ainda servirá de exemplo para a Veja.